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Antibioticoterapia para quem já entendeu que “cobrir tudo” não é raciocínio clínico

A decisão antimicrobiana nem sempre espera o resultado da cultura. Aprenda a prescrever antibióticos com mais segurança, estratégia e raciocínio clínico na prática real.

SOS para Internos

R$ 819

SOS  para Emergência

R$ 397

SOS MDR / Multi-R

R$ 487

SOS Avançado

R$ 2.197

SOS Antibiótico Avançado:

O problema é maior do que “qual antibiótico usar”

A resistência antimicrobiana não é um conceito distante. Ela atravessa a prescrição de hoje.

Alerta Global

1,27 mi

mortes atribuíveis em 2019
A análise global publicada no The Lancet estimou que a resistência bacteriana foi diretamente responsável por 1,27 milhão de mortes em 2019 e esteve associada a 4,95 milhões de mortes no mesmo ano.

Leitura clínica

Resistência antimicrobiana não é tema de CCIH isolado. É um problema que começa na prescrição, na revisão da conduta e no uso racional à beira-leito.

The Lancet · Global burden of bacterial antimicrobial resistance in 2019

Risco Futuro

39,1 mi

mortes projetadas até 2050

Análise publicada no The Lancet em 2024 projetou, no cenário de referência, 39,1 milhões de mortes atribuíveis à resistência antimicrobiana entre 2025 e 2050 e 169 milhões de mortes associadas no mesmo período.

Leitura clínica

Formar raciocínio em antibioticoterapia não é atualização cosmética. É competência ligada à segurança do paciente e à sustentabilidade da prática antimicrobiana.

The Lancet · Forecasts to 2050

Saber ≠ Agir

99% / 2,9%

reconhecem o problema · agem sobre a prática

Em estudo brasileiro com médicos, 99% percebiam a resistência antimicrobiana como problema importante e 86,7% concordavam que antimicrobianos eram prescritos em excesso, mas apenas 2,9% apontavam o controle da prática antimicrobiana como principal estratégia de prevenção.

Leitura clínica

A consciência existe. O gargalo está em transformar essa consciência em decisão terapêutica estruturada.

Physicians’ perceptions, attitudes and knowledge — Brazilian teaching hospital

Antes da Cultura

Empírica

antes da confirmação microbiológica

Dados brasileiros de prescrição hospitalar mostram predominância de uso empírico e via parenteral em diferentes contextos assistenciais, especialmente em infecções comunitárias e infecções relacionadas à assistência à saúde.

Leitura clínica

Iniciar empiricamente não é o problema. O problema é não ter método para revisar, ajustar, descalonar ou suspender.

Estudo multicêntrico brasileiro · padrões de prescrição hospitalar

Prescrição Sozinha

47,5%

hospitais com programa de stewardship

A Diretriz da Anvisa de 2023 relata que, entre 954 hospitais brasileiros com UTI adulto participantes de avaliação nacional, apenas 47,5% possuíam Programa de Gerenciamento do Uso de Antimicrobianos implementado.

Leitura clínica

O médico muitas vezes prescreve sem a retaguarda ideal: protocolo atualizado, TI, equipe operacional suficiente, auditoria, farmacêutico clínico ou infectologista disponível.

Anvisa · Diretriz Nacional de GUA, 2023

Método Individual

40% / 34%

barreiras de equipe · resistência de prescritores

Análise nacional do grupo ASP-BR comparando 2019 e 2022/2023 mostrou que 40% das instituições relatavam equipe operacional sem tempo definido ou suficiente para atividades de stewardship, e 34% apontavam resistência ou oposição de médicos prescritores.

Leitura clínica

Antibioticoterapia exige método individual porque o suporte institucional ainda é desigual.

ASP-BR · análise nacional comparativa

Sete cenários em que o método importa mais do que o nome do antibiótico

O SOS Antibiótico não foi pensado para decorar conduta. Foi pensado para organizar raciocínio

A formação completa percorre a antibioticoterapia do fundamento à decisão complexa: classes, espectro, síndromes, cultura, antibiograma, resistência, escalonamento, descalonamento, stewardship e casos clínicos.

O objetivo não é substituir protocolo institucional, nem vender uma resposta universal para cada infecção. O objetivo é ajudar o profissional a entender a decisão: o que cobrir, por quanto tempo, com qual dado, diante de qual risco e quando revisar.

atencao

“Antibiótico não é só escolha de droga. É hipótese, risco, microbiologia, revisão e responsabilidade clínica.”

Módulos - SOS Antibiótico Avançado

A formação principal da linha SOS Antibiótico, organizada para acompanhar a jornada real da decisão antimicrobiana: microbiologia, farmacologia, antibióticos avançados, síndromes clínicas, mecanismos de resistência, antifúngicos e módulos bônus.

Módulo 1

Microbiologia

9 aulas

Antes de escolher antibiótico, é preciso entender o agente, o sítio, a coleta e a probabilidade microbiológica.

Microbiologia

Antes de escolher antibiótico, é preciso entender o agente, o sítio, a coleta e a probabilidade microbiológica.

01

Características gerais

02

Staphylococcus

03

Streptococcus

04

Enterococcus

05

Acinetobacter

06

Pseudomonas

07

Anaeróbio

08

Enterobactérias

09

Coleta de culturas

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Módulo 2

Microbiologia avançada

8 aulas

Aprofundamento para sair da leitura superficial do resultado e entender a interface entre laboratório, microrganismo e decisão assistencial.

Microbiologia avançada

Aprofundamento para sair da leitura superficial do resultado e entender a interface entre laboratório, microrganismo e decisão assistencial.

01

Resistência bacteriana

02

Diagnóstico microbiológico

03

Testes de suscetibilidade

04

Testes de detecção de resistência

05

Antifungigrama

06

Introdução às IFI

07

IFI — casos clínicos

08

Casos clínicos aplicados

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Módulo 3

Farmacologia

15 aulas

A escolha antimicrobiana depende de dose, concentração, penetração, toxicidade, ajuste, PK/PD e contexto do paciente.

Farmacologia

A escolha antimicrobiana depende de dose, concentração, penetração, toxicidade, ajuste, PK/PD e contexto do paciente.

01

Princípios no uso de antibióticos

02

Interpretação do antibiograma

03

Penicilinas

04

Inibidores de betalactamase

05

Cefalosporinas

06

Carbapenêmicos

07

Aminoglicosídeos

08

Glicopeptídeos

09

Macrolídeos

10

Metronidazol e clindamicina

11

Antagonistas do ácido fólico

12

Quinolonas

13

Tetraciclinas

14

Oxazolidinonas

15

Polimixinas

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Módulo 4

Antibióticos avançados

11 aulas

Para cenários em que as escolhas habituais deixam de ser suficientes e a decisão exige mais repertório.

Antibióticos avançados

Para cenários em que as escolhas habituais deixam de ser suficientes e a decisão exige mais repertório.

01

Polimixina

02

Aztreonam

03

Ceftolozano-tazobactam

04

Ceftazidima-avibactam

05

Imipenem-relebactam

06

Tigeciclina

07

Daptomicina

08

Delafloxacino

09

Antibióticos no SNC

10

Antibiótico intratecal

11

Tetraciclinas

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Módulo 5

Síndromes clínicas

17 aulas

A formação chega nos cenários em que o médico decide: plantão, enfermaria, UTI, infecções graves, dispositivos, foco incerto e reavaliação.

Síndromes clínicas

A formação chega nos cenários em que o médico decide: plantão, enfermaria, UTI, infecções graves, dispositivos, foco incerto e reavaliação.

01

Faringoamigdalites

02

Rinossinusites

03

Pneumonias

04

Infecção de pele e partes moles

05

Infecção do trato urinário

06

Endocardite

07

Meningites

08

PVA

09

ITU associada a cateter

10

Colite pseudomembranosa

11

Abscesso cerebral

12

Infecção de corrente sanguínea

13

Artrite séptica

14

Endoftalmites

15

Sepse

16

Infecções intra-abdominais

17

Neutropenia febril

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Módulo 6

Mecanismos de resistência

7 aulas

Resistência não é só sigla. É decisão clínica: quando suspeitar, ampliar, combinar, descalonar.

Mecanismos de resistência

Resistência não é só sigla. É decisão clínica: quando suspeitar, ampliar, combinar, descalonar.

01

Tratamento de Gram-positivos

02

Tratamento de AmpC

03

Tratamento de ESBL

04

Enterobactérias produtoras de carbapenemase

05

Pseudomonas aeruginosa

06

Stenotrophomonas maltophilia

07

Diretriz Brasileira de MDR

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Módulo 7

Antifúngicos

8 aulas

O campo em que errar cobertura, timing ou interpretação de risco pode custar caro.

Antifúngicos

O campo em que errar cobertura, timing ou interpretação de risco pode custar caro.

01

Poliênicos

02

Azólicos

03

Equinocandinas

04

Antimetabólitos

05

Tratamento de candidemia

06

Fungos filamentosos

07

Principais IFI

08

PK/PD de antifúngicos

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Módulo 8

Bônus: Tuberculose

5 aulas

Bônus para ampliar repertório em uma área em que diagnóstico, cultura, resistência e atualização fazem diferença.

Bônus: Tuberculose

Bônus para ampliar repertório em uma área em que diagnóstico, cultura, resistência e atualização fazem diferença.

01

Meios de cultura para TB

02

Esquema básico

03

Bedaquilina, pretomanida e clofazimina

04

Atualização das recomendações

05

Novos fármacos

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Módulo 9

Bônus: Antibióticos selecionados

5 aulas

Revisão de antibióticos que aparecem com frequência na prática e exigem uso criterioso.

Bônus: Antibióticos selecionados

Revisão de antibióticos que aparecem com frequência na prática e exigem uso criterioso.

01

Introdução

02

Quinolonas

03

Ciprofloxacino

04

Cefalosporinas

05

Linezolida

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Escolha o curso completo ou uma trilha e entre pela porta certa

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SOS para Internos

PARA QUEM?
Quem está construindo base

CARGA
30h

ACESSO
12 meses

R$ 819

ou em até
12x no cartão

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SOS Emergência

PARA QUEM?
Quem quer foco em plantão

CARGA
15h

ACESSO
6 meses

R$ 397

ou em até
12x de R$34

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SOS MDR / Multi-R

PARA QUEM?
Quem quer foco em resistência

CARGA
15-18h

ACESSO
12 meses

R$ 487

ou em até
12x no cartão

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SOS Antibiótico Avançado

PARA QUEM?
Quem quer a jornada ampla

CARGA
80h

ACESSO
Vitalício

R$ 2197

ou em até
12x de R$184


*
As trilhas não substituem o completo. Elas reduzem a barreira de entrada para quem quer começar por uma necessidade mais delimitada. O SOS Avançado reúne a jornada mais ampla.

Comece pela formação completa ou entre por uma trilha específica

SOS Antibiótico Completo

Para quem quer estudar antibioticoterapia de forma ampla, do fundamento ao cenário complexo.

INVESTIMENTO

R$ 2.197

As trilhas são portas de entrada. O SOS Completo é a jornada mais ampla — e inclui a estrutura mais robusta da linha.

Ao final, a pergunta deixa de ser “qual antibiótico?” e passa a ser “qual decisão faz sentido neste paciente?”

Hipótese, cobertura, evidência e revisão

O método do SOS organiza a decisão antimicrobiana em etapas que aparecem na prática real.

01

Hipótese clínica

Qual é o foco provável? O quadro é infeccioso? Há gravidade? Há risco de resistência? O paciente precisa de antibiótico agora?

02

Cobertura inicial

O que precisa ser coberto neste momento e o que não precisa? Qual é a fronteira entre segurança e excesso?

03

Dados microbiológicos

O que a cultura mostra? O resultado é infecção, colonização ou contaminação? O antibiograma conversa com o sítio da infecção?

04

Reavaliação terapêutica

Manter, trocar, ampliar, reduzir ou suspender. A decisão não termina quando o antibiótico entra.

05

Uso racional

Stewardship como prática clínica: tratar melhor, reduzir dano e evitar inércia terapêutica.

O que você recebe

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sec6 sos demonst 1

Conteúdo organizado para estudo progressivo, com acesso por 12 meses no completo.

Discussões para aplicar raciocínio, não apenas revisar farmacologia.

Garantia de 7 dias, se aprovada comercialmente.

Bônus de acesso, se mantido na oferta.

Certificado de conclusão, se confirmado pela operação.

Professores que lidam com antibiótico fora do slide

Uma formação em antibioticoterapia precisa de repertório assistencial, microbiológico, hospitalar e de decisão clínica. Aqui, a autoridade vem da prática de quem discute caso, resistência, infecção hospitalar, imunossupressão, neuroinfectologia, osteoarticulares e microbiologia.

01

Dr. Klinger Faíco

Infectologista com doutorado pela UNIFESP. Pós-doutorado, especialista em Infectologia Hospitalar e professor adjunto.

Campo de força

Infectologia hospitalar, raciocínio antimicrobiano e decisão em ambiente assistencial.

02

Dr. Wdson Kruschewsky

Infectologista pelo HC-FMUSP | Médico pela UFES. Preceptor da residência de Infectologia do HC-FMUSP.

Campo de força

Formação médica, discussão de caso e prática hospitalar.

03

Dra. Vitoria Annoni Lange

Infectologista com doutorado pela UNIFESP. Pós-doutorado, especialista em Infectologia Hospitalar e professor adjunto.

Campo de força

Infectologia hospitalar, raciocínio antimicrobiano e decisão em ambiente assistencial.

04

Dr. Jordan Pinheiro

Infectologista pela UNIFESP. Atua nos hospitais Beneficência Portuguesa, Albert Einstein e Paulistano.

Campo de força

Prática hospitalar, casos complexos e decisão antimicrobiana no mundo real.

05

Dra. Lais Sales Seriacopi

Especialista em Infecções Osteoarticulares pela UNIFESP | Médica pela FMABC. Preceptora e professora de pós-graduação no InfectoCast.

Campo de força

Infecções osteoarticulares, seguimento prolongado, duração terapêutica e decisão além da primeira prescrição.

06

Dr. Leonardo Torioni

Fellowship em Neuroinfectologia pelo IIER | Infectologista pela UNIFESP. Assistente do setor de líquor e doenças infecciosas do SNC da UNIFESP.

Campo de força

Neuroinfectologia, líquor, infecções do SNC e cenários de alta consequência clínica.

07

Dr. Eusébio Lino dos Santos

Infectologista pelo HCFMUSP | Médico pela Universidade Tiradentes. Atua nos hospitais São Camilo, Santa Catarina e IBCC Oncologia.

Campo de força

Infectologia hospitalar, pacientes complexos e interface com oncologia.

08

Dr. João Garreta Prats

Infectologista pela UNIFESP | Pós-graduação pela Harvard Medical School. Coordenador do Grupo de Infecções em Imunossuprimidos da BP São Paulo.

Campo de força

Infecções em imunossuprimidos, decisão em pacientes de maior risco e raciocínio em alta complexidade.

09

Dra. Maria Goreth Barberino

Farmacêutica-bioquímica | Doutora em Biotecnologia e Saúde pela Fiocruz-BA. Consultora em microbiologia da Rede D’Or e membro do Comitê de Antifúngicos.

Campo de força

Microbiologia clínica, interpretação laboratorial, cultura, antibiograma e interface laboratório-assistência.

Quando o conteúdo muda a discussão de caso, a prova aparece na prática

importante

Antibiótico não deveria ser prescrito por tradição oral...

“Foi assim que me ensinaram.”

“É o que o serviço faz.”

“Melhor cobrir logo.”

“Depois alguém ajusta.”

Essas frases circulam porque a prática clínica é difícil, o tempo é curto e a incerteza existe.
Mas nenhuma delas substitui raciocínio.

O SOS Antibiótico Avançado não promete eliminar a complexidade.
Ele organiza a forma de pensar dentro dela.

FAQ

O SOS Antibiótico Avançado é para infectologistas?

Não apenas. Faz sentido para médicos, residentes, internos em fase avançada e profissionais que precisam entender melhor a prescrição antimicrobiana na prática clínica. Infectologistas e residentes de infectologia tendem a aproveitar a profundidade; médicos generalistas, emergencistas e clínicos podem usar a formação para organizar melhor a tomada de decisão.

Não deve ser vendido assim. A proposta é ensinar raciocínio clínico, não distribuir receita universal. Antibiótico depende de foco, gravidade, perfil do paciente, epidemiologia, microbiologia e evolução.

Não. Protocolos locais são fundamentais. O curso ajuda a entender o raciocínio para usar protocolos melhor, discutir exceções e reavaliar condutas.

Porque é a formação mais ampla da linha, com 80h, 12 meses de acesso e conteúdo do básico ao avançado. Para quem não quer começar pelo completo, há trilhas específicas a partir de R$ 397.

O completo reúne a jornada ampla. As trilhas são recortes mais objetivos: Internos (base e início da prática), Emergência (cenários agudos e plantão), MDR (resistência, antibiograma e casos complexos).

Pode ser, dependendo do seu momento. Se você quer construir base, a trilha para Internos pode ser uma entrada mais adequada. Se quer estudar a jornada completa desde já, o completo faz sentido.

Pode ser, dependendo do seu momento. Se você quer construir base, a trilha para Internos pode ser uma entrada mais adequada. Se quer estudar a jornada completa desde já, o completo faz sentido.

A Jornada Multi-R / SOS MDR é a opção mais específica para resistência, antibiograma e casos complexos.

Sim. No completo, resistência entra como parte da jornada. Para quem quer focar especificamente em multirresistência, antibiograma e antibióticos avançados, a Jornada Multi-R é a trilha mais objetiva.

Sim. Stewardship aqui não é só “programa institucional”, é raciocínio aplicado: revisar, ajustar, descalonar, evitar excesso e reconhecer quando antibiótico não é necessário.

Sim, garantia de 7 dias (a confirmar com a operação).

Sim, certificado de conclusão (carga horária e critério de emissão a confirmar).

Sim. A experiência mobile inclui leitura dos módulos, vídeos e checkout.

Antibioticoterapia não precisa ser uma coleção de condutas soltas

O SOS Antibiótico Completo organiza a decisão antimicrobiana do básico ao avançado, com foco em prática clínica, microbiologia, resistência, stewardship e reavaliação da prescrição.

SOS ANTIBIÓTICO COMPLETO

80h · Acesso Vitalício
R$ 2.197
Também é possível começar por uma trilha específica: Internos R$ 649 · Emergência R$ 397 · MDR R$ 487

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Frases que
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