Aqui, a discussão considera o que acontece no Brasil, inclusive diretrizes brasileiras de MDR e a distância entre recomendação ideal e disponibilidade real.
Você precisa cruzar sítio de infecção, gravidade, mecanismo de resistência, função renal, antibiograma, epidemiologia local, disponibilidade da droga e momento clínico do paciente.
O SOS Antibiótico: Jornada Multi-R foi criado para médicos que enfrentam MDR e precisam tomar decisões mais consistentes, atualizadas e defensáveis na prática clínica.
SOS Jornada Multi-R
R$ 487
Sensível, intermediário ou resistente não são palavras mágicas.
Uma bactéria pode parecer “tratável” no papel e continuar sendo uma armadilha clínica se você não entende o mecanismo por trás daquele resultado.
A Jornada Multi-R existe para organizar esse raciocínio.
Na era da resistência antimicrobiana, o erro não mora apenas em “usar pouco” ou “usar muito”. Mora em usar mal.
Erros comuns:
Usar carbapenêmico quando não precisa.
Evitar carbapenêmico quando ele é a melhor opção.
Confiar em combinação sem benefício claro.
Tratar colonização como infecção.
Ignorar controle de foco.
Não ajustar dose.
Descalonar quando não deve.
Não descalonar quando deve.
Não revisar em 48–72 horas.
Ler antibiograma sem considerar mecanismo.
Discutir MDR como se acesso a novas drogas fosse igual em todo hospital brasileiro.
A Jornada Multi-R é um curso para atravessar essas zonas cinzentas com método.
Para médicos que lidam com infecção bacteriana grave, tomada de decisão antimicrobiana e pacientes de alta complexidade. Especialmente:
Infectologistas
Residentes de infectologia
Intensivistas
Clínicos hospitalares
Médicos de emergência
– CCIH/SCIRAS
Times de stewardship
Microbiologistas clínicos
Farmacêuticos clínicos envolvidos em antimicrobianos
Médicos que atendem sepse, pneumonia hospitalar, infecção de corrente sanguínea, infecção urinária complicada, infecção intra-abdominal e infecções relacionadas à assistência
Não é um curso para decorar lista de antibiótico.
É um curso para decidir melhor quando a lista já não basta.
Da coleta ao antibiograma; Novos antimicrobianos e situações especiais; Tratamento de infecções por agentes MDR.
Você não vai receber apenas “qual droga usar”.
Você vai aprender a montar a decisão:
1. Qual é a síndrome?
2. Qual é o sítio?
3. Qual é a gravidade?
4. Qual é o patógeno provável?
5. Qual é o mecanismo de resistência provável ou confirmado?
6. O paciente está colonizado?
7. Qual foi a exposição antimicrobiana recente?
8. Há controle de foco?
9. A droga chega bem ao sítio?
10. A dose está adequada?
11. Existe alternativa mais estreita?
12. Quando revisar?
13. Quando descalonar?
14. Quando escalar?
15. Quando discutir com laboratório, CCIH, farmácia clínica ou infectologia?
Esse é o tipo de raciocínio que muda conduta.
Novas drogas importam. Mas MDR não se resolve apenas com novidade farmacológica.
Também se resolve com:
E também com domínio de situações especiais:
antimicrobianos no SNC, uso intratecal, uso inalatório e tratamento de infecções ósseas.
Antibiótico é ferramenta.
Raciocínio é o que impede a ferramenta de virar ruído.
Este curso não é para quem quer uma tabela simples com “bactéria x antibiótico”.
Não é para quem procura receita universal.
Não é para quem acha que MDR se resolve com escalada automática.
Não é para quem quer substituir julgamento clínico por protocolo cego.
A Jornada Multi-R é para quem entende que protocolo ajuda, mas paciente grave exige interpretação.
Foco no que importa
A maior parte dos conteúdos sobre MDR ignora a realidade brasileira.
Ignora acesso desigual a antimicrobianos.
Ignora diferenças regionais.
Ignora limitação de testes rápidos.
Ignora hospitais sem a mesma estrutura laboratorial.
Ignora a distância entre guideline internacional e farmácia real.
Aqui, a discussão considera o que acontece no Brasil, inclusive diretrizes brasileiras de MDR e a distância entre recomendação ideal e disponibilidade real.
Entendimento real
KPC, NDM, ESBL, AmpC, OXA, DTR, CRAB e VRE não são apenas siglas.
Entender o mecanismo muda a escolha, a combinação, a expectativa de resposta e a conversa com o laboratório.
Sem fórmulas decoradas
escolha racional
Uso racional não é negar antibiótico forte.
Uso racional é saber quando ele é necessário, quando é excesso e quando precisa ser revisto.
Stewardship não é economia de farmácia. É segurança do paciente.
pensado para as situações que geram dúvida na prática:
– Paciente grave antes da cultura
– Antibiograma difícil
– Colonização prévia por MDR
– Infecção urinária complicada por ESBL
– Bacteremia por CRE
– Pneumonia por Pseudomonas
– Suspeita de CRAB em UTI
– Falha clínica apesar de “sensível”
– Necessidade de descalonamento
– Falta de acesso à droga preferencial
– Dúvida entre monoterapia e combinação
– VRE e Gram-positivos resistentes em contexto hospitalar
– Situações especiais: SNC, intratecal, inalatória e osso
A formação da trilha Jornada Multi-R possui 3 módulos: do fundamental ao Stewardship em MDR
7 aulas
Coleta de culturas
Diagnóstico microbiológico
Resistência bacteriana
Testes de detecção de resistência
Testes de suscetibilidade aos antimicrobianos
Interpretação do antibiograma
Casos clínicos aplicados
Expandir >
12 aulas
Ceftazidima-avibactam
Ceftolozana-tazobactam
Imipenem-relebactam
Aztreonam
Tigeciclina
Daptomicina
Delafloxacino
Antibióticos que agem no SNC
Antibiótico intratecal
Antibiótico inalatório
Antibióticos que agem no osso
Tetraciclinas e polimixinas
Expandir >
10 aulas
Tratamento de Gram-positivos
Diretriz brasileira de MDR
Tratamento de AmpC
Tratamento de ESBL
Enterobactérias produtoras de carbapenemase
Tratamento de carbapenemase
Pseudomonas aeruginosa
CRAB
Stenotrophomonas maltophilia
VRE
Expandir >
Discussão de casos com raciocínio passo a passo: da suspeita inicial à escolha final.
A Jornada Multi-R é um curso para quem precisa decidir em cenário de alta complexidade.
INVESTIMENTO
ou em até 12x no cartão
Você tem 7 dias de garantia para acessar o curso e avaliar se ele entrega o que promete.
Se não fizer sentido para sua prática, você pode solicitar o cancelamento dentro do prazo.
Sem burocracia.